sábado, 12 de maio de 2012

Guerra

Apesar do horror que sentimos diante das tantas guerras que independem de nós para serem declaradas, muitas pessoas ainda escolhem viver em constante guerra, num eterno conflito, numa interminável e desgastante disputa! 
Se posicionam na vida e nos relacionamentos, sempre declarando guerra, como se acreditassem que os inimigos estivessem por toda parte!
Desconfiam e muitas vezes brigam, com o parceiro, com os filhos, com os amigos, com os colegas de trabalho, com o funcionário do banco, do supermercado, da loja.Com a secretária real e eletrônica..

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Hoje

Por que insistimos em sofrer hoje,amanhã, depois e às vezes até mesmo vários anos, por um erro que tivemos ontem?

Por que insistir em se punir, em viver numa constante tortura, por algo passado?

Mania que tantas vezes temos, em nos cobrar demasiadamente, em querer porque querer ser infalível, absolutamente super! Em não saber conviver com o fato natural de ter errado um dia! 
... ...
Que dificuldade em se permitir apenas viver. Em aceitar que somos passíveis de errar, de nos enganar. Que viver hoje é bem mais saudável e agradável do que insistir em reviver o passado.

Até porque, só podemos viver bem amanhã, se estivermos atentos e vivendo de verdade o hoje..

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Tirania

Vale lembrar que só existe o senhor que ordena, que tiraniza e que impõe, porque ele encontra pessoas dispostas a se submeterem, que acatam, e que clamam pela sua autoridade. Não existe a possibilidade de se formar um tirano, se não houver pessoas dispostas a incondicionalmente o obedecerem. Não acatar submissamente a tirania, é automaticamente tirar o poder de comando, e destituir o tirano! É recuperar a liberdade de levantar a cabeça e movimentá-la para o lado que quiser! Em todas as situações de vida..

quinta-feira, 8 de março de 2012

Viva!


Algumas pessoas vivem constantemente insatisfeitas, com um imenso sentimento de vazio, e vez por outra, fazem uso de anestésicos para conseguirem “levar a vida”, como se não fosse possível viver! È comum estas pessoas estarem sempre sonhando e esperando que algum dia isto irá mudar, que a insatisfação que sentem irá desaparecer (sem que façam nenhum movimento, nenhum esforço), como que se iludindo que a qualquer momento vai cair do céu uma solução mágica que vai varrer da vida delas tudo que as incomoda e que as faz sofrer. É como se com esta ilusão, com este sonho eterno, conseguissem regular a saúde mental e a alegria de viver delas. Buscam avidamente preencher a sensação de vazio que insiste em lhes acompanhar, de mil maneiras: entrando em lojas e comprando algo, comendo demais, ingerindo bebidas alcoólicas de maneira descontrolada (para “ficar alegre”, pelo menos momentaneamente, ou ainda de maneira não verdadeira). E vivem tentando se enganar, tentando fazer de conta que “um gole de cerveja”, ou aquele objeto que compraram (na maioria das vezes supérfluo, sem nenhuma utilidade para elas) podem realmente mudar o seu estar, podem lhes proporcionar uma felicidade verdadeira, podem reverter a insatisfação que sentem com uma maneira de viver e de ser que lhes causa desconforto, tristeza! Quando a realidade fica mais forte, quando os anestésicos já não funcionam mais, é comum estas pessoas começarem a adoecer de verdade, a se consumirem e se maltratarem com variados tipos de dores. Passam a sentir angústia, a sofrer de terríveis e incômodas insônias, a não sentir fome, a não conseguir nem mesmo sentir alegria por fatos que até então lhes proporcionavam alguma satisfação. Perdem muitas vezes até mesmo a vontade de viver. Idealizam a morte, como a solução. Não a morte como o fim da vida, mas como um fim para os acontecimentos que as atordoam. A morte dos seus problemas, da sua incômoda e constante insatisfação! Sentem de maneira dolorosa, a necessidade de mudar, mas diante da própria fragilidade, tantas vezes se sentem incapazes para isto. As “doenças” se agravam, ou melhor, dizendo, os sintomas se tornam mais fortes. Ou aceitam estes sintomas como alertas, e procuram soluções realmente alternativas e resolutivas, ou os incorporam como sinais de doenças e se enchem de remédios paliativos. Ou fazem um balanço sincero da vida e abraçam a possibilidade e a capacidade que todos temos de sermos felizes, ou se conformam em morrer lentamente em vida, todos os dias um pouquinho. Mesmo sabendo que um dia morreremos por inteiro! Será que temos o direito de desperdiçar a nossa vida, de nos maltratar tanto, de não nos permitir a felicidade?

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Ser Humano

Tantos sentimentos bons, saudáveis, que não são revelados! Que nunca chegam a ser claramente expressados, pois são tão bem sufocados dentro do nosso peito. Tanta vida que passa sem ser vivida na intensidade que toda existência merece ser vivenciada. Tantas artimanhas usadas para não se viver de verdade. Tantas justificativas são dadas para o medo que tantas vezes temos de simplesmente ser e atender aos nossos sentimentos....

Ser Humano

Ser Humano

Tantos sentimentos bons, saudáveis, que não são revelados! Que nunca chegam a ser claramente expressados, pois são tão bem sufocados dentro do nosso peito. Tanta vida que passa sem ser vivida na intensidade que toda existência merece ser vivenciada. Tantas artimanhas usadas para não se viver de verdade. Tantas justificativas são dadas para o medo que tantas vezes temos de simplesmente ser e atender aos nossos sentimentos....

Ser Humano

Gosto de pessoas


Gosto de pessoas autênticas, sinceras,afetuosas,delicadas, gentis! Pessoas cujas demonstrações de carinho são apenas isso mesmo, ou seja, demonstrações de bem querer, de apreço, de respeito. E não uma artimanha planejada e usada simplesmente para ganhar a minha confiança, e depois tirar algum proveito disso.


Como gosto de pessoas com genuíno respeito umas pelas outras! Por nada não, apenas por gostarem de ser respeitadas e por entenderem que todos merecem igualmente serem respeitadas. Por aceitaram a lógica incontestável, que apesar de sermos seres individuais e complexos, existe uma grande possibilidade de termos muito em comum. Que o que me aborrece e me incomoda, pode também, com grande possibilidade, aborrecer e incomodar o outro.


Gosto muito de pessoas que sempre se colocam no lugar do outro quando agem, e assim, são muito mais cuidadosas com as atitudes do dia a dia...